Como escrever a um prisioneiro que você não sabe

Se você tem um amigo ou membro da família na prisão - ou se decidir se corresponder com um preso que você nunca conheceu antes - você precisará aprender algumas regras e regulamentos para enviar correspondência regularmente para a pessoa. Cada centro de detenção, quer estadual ou federal, terá políticas diferentes ... Não se torne um prisioneiro do seu passado! – “e aquele que não tiver pecado, que atire a primeira pedra!” 5min. de leitura 38327472 – young woman watching and waiting sitting with a cup of coffee in her hand staring expectantly out of a window Comentado por Skelic The members of the horde can kill Defias Prisoners, however its blatantly pointless, but an interesting fact you might want to hear just out of pure curiosity is that they drop Defias Renegade Ring (though with a low droprate, ~0.5-1%) which is dropped by the NPCs located inside the Stockade. This is one of the three alliance-friendly NPCs from the Defias Brotherhood - one ... Eu não gostaria de ser citada enquanto mulher, então não vou puni-las com o que não quero para mim mesma. Citar mulheres que escrevem assim, pinçando-as pelo “gênero”, faz parecer que é um grande feito uma mulher escrever. É como se apontassem um urso andando de bicicleta, uma coisa exótica. O contingente de policiais não é e nunca será suficiente enquanto tivermos pais que não sabem educar seus filhos. Vivemos um clima de terror, policiais sendo mortos por bandidos, os programas de TV de maior sucesso são os que apresentam a violência ao vivo, com notícias e manchetes de crimes bárbaros. Disclaimer: é claro que não recomendo que ninguém tente realmente entrar em contato com essas pessoas. O post foi feito com um tom de humor e como uma curiosidade. A menos que você mesmo(a) decida fazer isso, a minha recomendação é pelo contrário. Você sempre pode perder alguma coisa que você tem, mas não pode perder alguma coisa que você é. Uma vez que você esteja identificado com alguma forma de negatividade, você talvez não queira deixar de ir (as coisas negativas) em um nível inconsciente profundo, você não quer uma mudança positiva.

Minha resenha do Capítulo 1 de Tesouro da Rainha Dragão.

2020.09.04 18:54 Whisdeer Minha resenha do Capítulo 1 de Tesouro da Rainha Dragão.

Houve um tempo que eu estive cogitando escrever um blog ou algo assim. Meus amigos me convenceram que postar esporadicamente no Reddit era a melhor opção mesmo.
Basicamente eu mestro RPG por um ano, mas umas quatro pessoas que jogaram comigo já me disseram que eu sou uma ótima mestre, e eu sempre tive vontade de escrever alguma coisa assim. Talvez a minha opinião valha a pena compartilhar? Eu não sou uma expert, só me disseram que eu tenho jeito pra coisa haha.
Enfim, aqui vai a review do primeiro capítulo de Hoard of the Dragon Queen, a primeira aventura de D&D5e. E o que você tem de arrumar pra deixar ele jogável. Infelizmente só o primeiro capítulo mesmo, porque todo mundo desistiu do jogo no meio dele e eu não acho justo escrever sobre uma aventura que nunca mestrei.
Eu comecei com o meu grupo no nível 3 ao invés do nível 1. Tanto porque nenhum deles era novato ao sistema, tanto pelo combate contra Cyanwrath.
Basicamente, o capítulo começa a seguinte situação: Seus personagens veêm a cidade de Ninho Verde (uma tradução medonha para Greenest, pessoalmente eu escolheria Verdejante) sob o ataque de um dragão e podem escolher interferir ou não.
Soa heróico?
Bem... Começando com o fato de que entrar em uma cidade sitiada por um dragão no nível um é um ato obviamente suicida, o seguinte é o que acontece se você escolher não entrar e esperar pela manhã:
Assume-se que quando os personagens virem pela primeira vez a luta em Ninho Verde, eles correrão para defendê-la. Se não, e eles tiverem viajando com outros, então os PdMs com quem estão viajando sugerem que um ataque imediato possa virar o jogo ou, ao menos, salvar muitas vidas. Se ainda assim os personagens se mantiverem fora da luta, eles veem metade dos atacantes deixando a cidade por volta da meia-noite, com o restante se retirando em pequenos grupos ao longo das próximas horas. Quando o sol começa a nascer, até mesmo uma rápida inspeção mostra que mais da metade dos prédios estão muito danificados e muitas das riquezas da cidade foram levadas embora. Centenas de pessoas machucadas estão reunidas ao redor do forte ou são encontradas escondidas em porões, mas a maioria irá sobreviver.
Sabe o que é o Capítulo 1? O processo de ajudar o governador da cidade se você escolher entrar nela.
Eu lembro de ter honestamente falado pros meus jogadores fazer personagens que estariam dispostos a entrar em uma cidade sitiada por um dragão por heroísmo (ou ódio a dragões) porque eu sinceramente achei a coisa inteira de te obrigar a fazer um ato suicida onde você provavelmente não pode mudar as consequências do que acontece meio estúpida.
Em "provavelmente não pode mudar as consequências do que acontece", o que o livro descreve como consequência do que acontece se você não entrar na cidade.
...O que é exatamente o que acontece se você entrar na cidade. Entrando, você ajuda a resgatar umas pessoas e impedir a invasão do forte principal, que não é invadido com sucesso se os jogadores não escolherem entrar na cidade.
...Kek?
O que eu fiz aqui foi apresentar esse dilema. Eu só não pulei esse capítulo inteiramente porque eu achei ele muito, muito dramático. Só que a consequência de escolher não entrar na cidade era ser pego por uma armadilha dos cultistas, capturado pelos cultistas.
Os personagens capturados então seriam deixados em uma casa pilhada aleatória dentro da cidade e ter de ou batalhar sozinho pelo seu escape, ou esperar ajuda (seja dos jogadores que escolheram entrar, onde resgatar prisioneiros seria a primeira missão que Nighthill daria a eles, ou de um NPC caso nenhum deles tenha uma boa Furtividade).
Para o fim de ajuda do NPC, eu transformei Linan Swift de uma camponesa em uma batedora. Bem mais útil como uma aliada, mas fraca o suficiente para sofrer contra alguns kobolds e depender dos jogadores.
Uma alternativa que eu vi ser adotada por outros mestres para resolver o problema de "a decisão sensata te faz perder tudo o que acontece no jogo" é simplesmente fazer os personagens já estarem dentro de Ninho Verde quando ela for atacada, e deixar explícito que não podem fugir já que todo o exterior da cidade já foi armadilhado ou ela foi sitiada.
Essa aventura também sofre de uma falta de continuidade horrível. Como eu pessoalmente gosto de conectar consequências, eu fiz o seguinte:
  • Tarbaw Nighthill é um membro da família Nighthill de Baldur's. Boas relações com ele permitem aos jogadores um contato político importante mais para frente na aventura (eu planejava expandir o capítulo da aventura que se passa em Baldur's porque Baldur's é uma cidade muito boa). Mesma coisa com Castellan, que está há séculos ajudando os Nighthill.
  • Eles viajariam junto de Fernando Nighthill, sobrinho de Tarbaw, para Baldur's quando voltassem à Ninho Verde para partir em viagem. Fernando estava no forte sendo treinado por Tarbaw para sucedi-lo na administração de Ninho Verde. O papel de Fernando em Baldur's seria, principalmente, permitir a passagem entre os portões nobres (que só podem ser atravessados na companhia de um dos Patriarcas em Baldur's).
  • Linan Swift é uma ex-membro dos Zhentarim em fuga. Ela dá para a pessoa que mais a ajudou e a sua família um tipo de símbolo de confiança que permite não só seu recrutamento futuro na facção (ou um símbolo de confiança para um pequeno grupo anti-Zhentarim) como faria o personagem ser reconhecido pela gnoma Jamna Gleamsilver no futuro.
Acho que a pior coisa de verdade desse capítulo é quantos combates têm nele. Sério. Se você for rodar todas as missões do capítulo, você vai encontrar facilmente mais de 10 combates em uma noite. Calcule quanto tempo demora um combate e você vai perceber como essa aventura consegue matar completamente o seu pacing. Em minha experiência pessoal, eu fico frustrada em três sessões sem avanço na história e desisto mentalmente do jogo em cinco sessões sem avanço na história.
Eu cortei completamente encontros aleatórios e metade dos combates nas missões, mas isso ainda não foi o suficiente para impedir o capítulo de demorar o suficiente para todo mundo perder o interesse na campanha. Minha recomendação para impedir o meu erro é, além de cortar os encontros aleatórios, só adotar aproximadamente metade das missões de Nighthill. Eu recomendo as seguintes:
  • "Procurando o Forte" é obrigatório, mas não precisa ter um combate além do inicial para salvar Linan e a sua família.
  • "O Velho Túnel" deve existir como um ponto de transporte, mas o combate no túnel e no leito do riacho é bem supérfluo. Eu o adotei mas substituí (como balanceamento para o nível de poder dos personagens) os ratos por um guerreiro desaparecido que estava sendo controlado mentalmente por uma corrupção (seria um plot point maior no futuro) para se tornar hostil. Ainda recomendo dropar o combate aqui porque era só um plot point muito específico do meu jogo e ele não adiciona nada ao capítulo.
  • "O Portão de Acesso" é bom para o mood da situação, mas tem partes mais importantes. Pode ser dropado com segurança.
  • "O Ataque do Dragão" é essencial. Eu obedeci a recomendação de uma outra crítica da aventura que vi online e deixei arcos e uma balista à disposição dos jogadores no topo da torre (ainda bem, porque todos os meus personagens eram especializados em meele e assim eles puderam fazer alguma coisa).
  • "Prisioneiro" pode ser feito no meio das outras missões, não tem necessidade de ser uma missão por si só. Mas uma coisa engraçada que aconteceu na minha mesa é que o prisioneiro mentiu bem o suficiente para conseguir convencê-los de que era um espião de Bahamut infiltrado no culto para destruí-lo por dentro (benditos nat 20). Meu plano era fazer ele acompanhar o grupo e ou trair os personagens alguma hora, ou se converter e vender informações para eles dependendo de como a história se desenvolvesse. Eu achei um conflito bem interessante que recomendo fazer para um prisioneiro humano que seja capturado.
  • Você pode escolher só um entre "Salvem o Moinho" e "Santuário" para o sentimento de ir lá fora para resgatar as pessoas, os dois juntos são um pouco supérfluos. Eu recomendo Santuário, pois Eadyan Moonfalcon pode ajudar os personagens e envolve mais planejamento tático por parte dos personagens (que têm de ter o bom senso de não serem capazes de tomar de frente dois dos três grupos rodeando o templo).
  • "O Campeão Meio-Dragão" é o ápice desse capítulo, mas ao mesmo tempo significa que um personagem batalhará até a morte muito cedo na aventura. Eu recomendo mantê-lo se você trabalhar com personagens que não seriam imediatamente mortos por dano excessivo (como personagens level 3). Também faça Cyanwrath apenas usar a sua baforada de dragão se considerar que seu oponente trapaçeou no combate (como usar magia ou itens mágicos) para torná-lo menos mortal. Quando o personagem chegar a 0 HP, faça-o ser curado imediatamente com uma poção de cura administrada por um NPC (ou jogador, se eles tiverem algum slot de magia de cura e estiver presente). É uma morte épica e tudo mais, mas é muito cedo na aventura para realmente ser uma morte.
Os combates, mesmos cortados a tão poucos, ainda são bem repetitivos. Eu usei homebrews de inimigos diferentes, como kobolds feiticeiros e kobolds soldados, para diminuir o sentimento de "estamos batalhando contra 2d8 kobolds iguais" e também por balanceamento (começando a aventura no nível 3 e tudo o mais).
Pessoalmente, eu balanceei todos os combates para serem Difíceis segundo as regras do livro do mestre.
E algumas coisas que também adicionei ao capítulo, mas não necessariamente são fixes necessários:
  • Eu traduzi Nighthill para "Montenegro".
  • Eu traduzi Cyanwrath para "Cianofúria".
  • Eu traduzi Linan Swift para "Linan, a Veloz". Mais porque em Forgotten Realms como eu a mestro, humanos só têm sobrenomes se são nobres, e só ganham títulos por feitos ou fama. Logo Linan tem o título de a Veloz, mas o resto de sua família não.
  • Dei um laço romântico entre Cyanwrath e Frulam Mondath. A aparição dele no capítulo 3 seria um pouco mais dramática assim. E Cyanwrath é completamente o melhor vilão de HotDQ (o único que tem um desenvolvimento significante, também). A popularidade dele é altíssima (é o terceiro NPC mais pesquisado sobre no DnDBeyond) e o fato de ser o "vilão honrado" no duelo contra ele ganha muito a simpatia dos jogadores.
  • O esposo de Linan Swift é um ferreiro. Ele oferece reparo de armamentos e substituições de graça por terem salvo sua vida caso sejam danificados nos capítulos 1-3.
Eu lembro de ter também cortado várias salas do capítulo 3, pulado o capítulo 2 completamente cortado encontros de viagem do capítulo de viagem, mas nunca mestrei eles per se então não acho que minha crítica deles seria construtiva.
Conclusões finais: Se você tem de mudar tanto assim de uma aventura apenas para ela ser jogável, vale mais a pena escrever a sua própria. Eu acho que gastei mais tempo mudando esse capítulo do que eu gastaria escrevendo uma aventura por mim mesma, porque foram horas de trabalho. Embora já seja trabalho pronto aqui, imagine que você teria de repetir isso para todos os capítulos.
Recomendo: Não.
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2020.07.02 04:49 altovaliriano A segunda vida de Jon Snow

ENTERTAINMENT WEEKLY: Então, por que você matou Jon Snow?
GRRM: Ah, você acha que ele está morto?
ENTERTAINMENT WEEKLY: Bem, eu acho. Sim. Foi assim que eu entendi. Do jeito que foi escrito, parecia que ele estava mortalmente ferido - e, sabe, é você [escrevendo]!
GRRM: Bem. Não vou falar se ele está morto ou não. [...]
21/07/2011
Graças à série da HBO, hoje temos certeza que a história de Jon não termina em A Dança dos Dragões. Na TV, depois de assassinado, Melisandre trouxe Jon de volta a vida quase que instantaneamente. Porém, temo motivos para acreditar que o mesmo não ocorrerá nos livros.
A Dança dos Dragões começa com o POV estranho de Varamyr Seis-Peles morrendo. No meio de detalhes sobre as consequências da derrota de Mance, sua relação com seus animais e memórias de sua vida, Varamyr nos conta que um troca-peles passa a habitar seu companheiro animal quando morre.
É a primeira vez que ouvimos falar sobre a "segunda vida". Exatamente no mesmo livro que Jon é morto. E a última palavra sussurrada por Jon Snow antes de morrer é justamente “Fantasma”. GRRM queria ser pouco sutil. Talvez para que não pensássemos que o ganho [cliffhanger] fosse se Jon estava morto ou não, mas o que aconteceria com Jon uma vez que entrasse em Fantasma.
Portanto, quando falamos na segunda vida de Jon nos referimos ao tempo em que Jon habitará Fantasma.
Os prenúncios [foreshadows] que temos são de que esta situação não será permanente. Melisandre tem uma visão nas chamas em “primeiro ele era um homem, depois um lobo, no fim um homem novamente” (ADWD, Melisandre). Assim, há uma indicação que Jon voltará a ser humano depois de um tempo.
Mas quanto tempo seria? Menos de uma semana? Várias semanas? Meses? Segundo A Mais Precisa Linha do Tempo, os eventos em A Dança dos Dragões ocorre em um lapso de tempo de aproximadamente seis meses. Dessa forma, penso que este seria o limite temporal máximo em Ventos do Inverno. Ninguém pensa que Jon ficará o próximo livro inteiro no lobo. Então tem que ser menos do que isso.
O ínterim que fera e homem dividirão o mesmo corpo tem implicações muito relevantes. O espaço de tempo teria relação direta com o estado de decomposição de seu corpo.
Existem um consenso de que o corpo de Jon seria jogado nas celas de gelo na Muralha. A razão disse é que Jon pediu que a neve que barrava o acesso à celas fosse limpa e que havia cadáveres de selvagens lá, à espera de que voltassem a vida para estudo:
Os cadáveres. Jon quase se esquecera deles. Esperara aprender algo dos corpos que trouxera do bosque de represeiros, mas os mortos haviam teimosamente permanecido mortos. – Precisamos desencavar essas celas.
(ADWD, Jon XIII)
Ao ter atirado esses cadáveres nas celas, Jon pode ter colocado na cabeça de Marsh e outros intendentes que ali era um bom local para manter corpos que pudessem se levantar. Não que Marsh suspeite que Jon vá ressuscitar, mas seria um bom local para isolar um corpo do resto da Patrulha.
De fato, ao mesmo tempo em que as celas são o local ideal para preservar um corpo, o acesso às celas é barrado pelas nevascas de Inverno, sendo necessário “dez intendente e dez pás” para o serviço. Além disso, o trabalho teria que ser renovado, até mesmo para que eventuais prisioneiros continuem vivos:
– Essas celas estarão enterradas novamente pela manhã. Melhor tirarmos os prisioneiros antes que sufoquem.
(ADWD, Jon XIII)
Portanto, um corpo jogado nas celas de gelo seria conservado tanto pelo frio quanto pela limitação da quantidade de ar disponível. Fica claro que Martin está dando dicas de que o ambiente perfeito para que os motineiros abandonem o corpo de Jon, tirando-o de vista de todos e obstando o acesso a ele.
Ao mesmo tempo, o corpo decomporia muito lentamente, o que possibilitaria Jon retornar a seu corpo com poucas modificações em suas feições. Eu, pessoalmente, até acredito que ele se tornaria pálido, suas mãos e pés ficariam pretos em razão do fluxo de sangue que ocorrerá enquanto o corpo não for reanimado e os ferimentos das punhaladas nunca cicatrizarão por completo.
Fora a decomposição do corpo humano morto, a outra consequência do tempo que Jon ficará em Fantasma é o que Jon faria ou presenciaria enquanto estiver no lobo.
No Casamento Vermelho, sabemos que os homens Frey correram para matar Vento Cinzento, que foi libertado por Raynald Westerling (AFFC, Jaime VII). Poderia algo semelhante ocorre durante o Motim em Castelo Negro? Existe um troca-peles recém-chegado na Muralha que pode ter a sensibilidade de perceber que Jon está vivendo agora em seu lobo e correr para libertá-lo antes que os motineiros se lembrem de Fantasma.
Entre os cavaleiros, vinha um homem a pé, com um grande animal trotando em seus calcanhares. Um javali, Jon viu. Um javali monstruoso. [...].
Borroq. – Tormund virou a cabeça e cuspiu.
Um troca-peles. – Isso não era uma pergunta. De algum modo, ele sabia.
(ADWD, Jon XII)
Borroq, inclusive, já havia sido prenunciado no prólogo de Varamyr, quando ele conta sobre um encontro de troca-peles que ele presenciou quando tinha 10 anos de idade:
[…] Haggon o levou a um encontro. Os wargs eram os mais numerosos no grupo, os irmãos-lobos, mas o garoto achou os outros estranhos e mais fascinantes. Borroq se parecia tanto ao seu javali que só lhe faltavam as presas, Orell tinha sua águia, Briar, seu gato-das-sombras (no momento em que os viu, Lump desejou um gato-das-sombras para si), a mulher-cabra Grisella…
(ADWD, Prólogo)
Ele demonstrou saber dos poderes inconscientes de Jon, ser cordial com o Lorde Comandante e ter em mente um senso de urgência em relação a ameaça que os Outros representam:
– Irmão – disse Borroq.
– É melhor você ir. Estamos prestes a fechar o portão.
– Faça isso – Borroq falou. – Feche bem e apertado. Eles estão vindo, corvo. – Sorriu o sorriso mais feio que Jon já vira e seguiu para o portão. O javali seguiu atrás dele. A neve que caía cobriu seus rastros.
(ADWD, Jon XIII)
Foi Borroq quem deu a deixa para Jon Snow falar da Carta Rosa no Salão dos Escudos, após o Lorde Comandante falar que Tormund seguiria para Durolar:
– E onde você estará, corvo? – Borroq trovejou. – Escondido aqui em Castelo Negro com seu cachorro branco?
– Não. Eu cavalgarei para o sul. – Então Jon leu para eles a carta que Ramsay Snow escrevera.
(ADWD, Jon XIII)
E é Borroq a razão pela qual Fantasma não estava presente no Salão dos Escudos:
Fantasma o teria seguido também, mas quando o lobo começou a caminhar atrás dele, Jon o agarrou pelo cangote e o arrastou para dentro. Borroq poderia estar entre os reunidos no Salão de Escudos. A última coisa que precisava agora era seu lobo atacando o javali do troca-peles.
(ADWD, Jon XIII)
Entretanto, o javali de Borroq também não estava presente:
Borroq estava recostado contra uma parede em um canto escuro. Felizmente, seu javali não estava em evidência em lugar algum.
(ADWD, Jon XIII)
Assim, Borroq pode muito bem ter saído do Salão para procurar seu javali após o discurso de Jon, para acompanhar o Lorde Comandante e ter acompanhado o motim de longe. Isso daria tempo hábil para que o troca-peles chegasse a Fantasma antes dos motineiros e o libertasse.
Uma vez solto, Fantasma conseguiria muito bem passar despercebido. O lobo gigante é conhecido por não produzir quase nenhum som, sendo extremamente furtivo. Por outro lado, sua pelagem branca fornece uma camuflagem ideal para a neve que agora caí aos borbotões em Castelo Negro. Em outras palavras, Fantasma poderia escolher tanto partir para longe quanto espreitar nas redondezas.
Mas o que Jon-Fantasma faria longe de Castelo Negro? Partiria para Winterfell e tentaria matar Ramsay? Ou ficaria no Castelo espreitando o motineiros? Borroq o levaria a algum lugar específico? Jon tentaria ir para algum dos castelos para os quais enviou seus amigos, a fim de obter ajuda deles? Procuraria Melisandre? Seguiria ao Sul para se unir a Nymeria? Bran entraria em contato? O corvo de Mormont o guiaria?
GRRM tem experiência em escrever capítulos dos pontos de vistas de lobos, mas este seriam capítulo bem trabalhosos. Eu, pessoalmente, veria acharia interessante se Jon deixasse de ser um personagem POV, mas dificilmente isso ocorrerá.
O mais capaz é que Martin entre em capítulos extremamente detalhados e complexos de Jon percebendo o mundo através dos olhos de um animal, enquanto sua consciência desvanece lentamente dentro do bicho. Porém, isso não indica que os capítulos de Jon serão chatos. Há alguns eventos que podem render bons conflitos mesmo dentro do lobo gigante.
[SPOILERS de Ventos do Inverno]Jeyne Poole está vindo para Castelo Negro sob o disfarce de Arya. Como Jon morto, mesmo que ele perceba a farsa, não poderá contar a ninguém. Isso pode dissuadí-lo de tentar enfrentar Bolton e fazê-lo mudar de rumo. Ou ele não conseguiria entender a situação do ponto de vista de Fantasma?
Por outro lado, caso permaneça nas redondezas, como Jon-Fantasma reagiria à queima de Shireen? Tudo indica que este evento ocorrerá enquanto ele estiver “morto”. Fantasma tentaria intervir? Ele conseguiria entender a situação estando dentro do lobo?
Por fim, existe a possibilidade de que os Outros cheguem a Castelo Negro antes que Jon consiga ser trazido de volta a seu corpo. Nestas circunstâncias, seu corpo poderia ser reanimado pelos Outros, enquanto sua consciência ainda estava dentro de Fantasma?
Eu tenho uma suspeita de que os Outros não conseguem reanimar troca-peles, pois no prólogo de A Dança dos Dragões, Varamyr vê o corpo reanimado de Cynara como retorna ao acampamento já vivendo uma segunda vida em Um-Olho, mas não vê seu próprio corpo perambulando morto-vivo.
Talvez os Outros necessitem que as consciências ainda estejam no corpo para reanimá-los, o que explicaria Varamyr ter visto seu próprio corpo (e criaria uma boa justificativa futura para os Outros não conseguirem ressuscitar corpos mortos há muito tempo – como aqueles na cripta de Winterfell ou no cemitério de Castelo Negro).
O que vocês acham destas questões?
(Na próxima “Quarta de Ventos do Inverno”, pretendo escrever sobre o método de ressurreição em si, seus efeitos sobre Jon e o que ele fará após ser ressucitado)
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2020.03.28 04:55 fabio561 Fiódor Dostoiévski - " Um paradoxalista "

“Narremos algumas palavras a respeito da guerra e seus rumores. Conheço um homem que é um paradoxalista. Eu o conheço há muito tempo. Trata-se de uma pessoa obscura possuída por um estranho caráter: nosso paradoxalista é um sonhador. Em algum lugar de minha obra voltarei a falar sobre ele mais detidamente. Mas agora quero rememorar como, há alguns anos, nós discutimos a respeito da guerra. Ele defendeu a guerra em termos gerais e talvez o tenha feito apenas pelo amor ao paradoxo. Afirmo-lhes que nosso paradoxalista é um verdadeiro cidadão; a pessoa mais pacífica e afável que se poderia conhecer na Terra e também em São Petersburgo.
– É algo ultrajante – o paradoxalista começa – dizer que a guerra é o tumor da humanidade. Pelo contrário, trata-se do artifício mais útil. Há apenas um tipo de guerra odioso e verdadeiramente pernicioso: a guerra civil e fratricida. Ela paralisa e obscurece o Estado; ela se prolonga em demasia; ela brutaliza o povo a não mais poder. Mas uma guerra política e internacional apresenta benefícios em todos os aspectos, e por isso ela é absolutamente essencial.
– Espere um momento: uma nação aniquila a outra, e os povos se dispõem à matança mútua – o que há de essencial nisso?
– Tudo é essencial, e no sentido mais elevado. Mas em primeiro lugar, é uma mentira dizer que os povos se dispõem à matança mútua; a chacina nunca domina o imaginário do povo. Pelo contrário, os povos se dispõem a sacrificar as próprias vidas; eis o que domina seu imaginário. E esta é uma questão completamente outra. Não há ideal mais elevado do que o sacrifício da própria vida pela defesa dos irmãos e da pátria. A humanidade não pode viver sem ideais nobres, e chego mesmo a suspeitar que a humanidade ama a guerra precisamente por ela fazer parte de algum nobre ideal. Trata-se de uma necessidade humana.
– Mas será que a humanidade realmente ama a guerra?!
– Claro que ama. Quem se sente deprimido em tempos de guerra? Muito pelo contrário: todos e cada um ficam instigados, os espíritos se elevam, não se notam a apatia e o tédio ordinariamente presentes em tempos de paz. E então, quando a guerra termina, os povos amam relembrá-la, ainda que tenham sido derrotados! Não acredite naqueles que, durante a guerra, meneiam a cabeça e dizem uns aos outros: ‘Que calamidade, a que ponto chegamos’. Estão sendo educados, eis tudo. Na verdade, todos e cada um são tomados por um ânimo festivo. Sabe, há idéias que não se aceitam facilmente. Você será apupado como uma besta-fera e será excomungado e condenado como um reacionário; todos temem tais idéias. Ninguém ousa aclamar a guerra.
– Mas você está falando de nobres ideais e de humanização. Não pode haver nobres ideais sem a guerra? Pelo contrário: em tempos de paz, há muito mais terreno para que nobres ideais floresçam.
– Não, não, não, aí é que você se engana. A nobreza perece durante um longo período de paz, e em seu lugar aparecem o cinismo, a indiferença, o tédio e, sobretudo, um malicioso hábito de escárnio – e tudo isso quase como um ocioso passatempo, sem nenhum objetivo sério. Afirmo categoricamente que um longo período de paz endurece o coração do povo. Durante o interminável período de paz, a balança social sempre pende para o lado do que é estúpido e grosseiro na humanidade, principalmente em direção à riqueza e ao capital. Imediatamente após uma guerra, a honra, a filantropia e o auto-sacrifício são respeitados, valorizados e altamente resguardados; quanto mais a paz se estende, mais tais valores nobres e belos se tornam pálidos e insípidos, até que desapareçam, enquanto todos e cada um estão obsedados pela riqueza e pelo espírito da aquisição. Ao fim e ao cabo, só resta a hipocrisia – a hipocrisia da honra, do auto-sacrifício e do dever; tais coisas continuarão a ser respeitadas, a despeito de todo o cinismo, mas apenas retoricamente, através de belas palavras. Não haverá honra genuína, apenas as máximas vazias permanecerão. Quando a honra se torna uma máxima, ela morre. Uma paz prolongada produz apatia, ideais medíocres, depravação e um arrefecimento das paixões. Os prazeres não se mostram refinados e se tornam mais e mais envilecidos. A riqueza crua não se regozija com a nobreza, já que demanda prazeres imediatos e rasteiros, i.e., a satisfação mais direta dos clamores da carne. Os prazeres se tornam carnívoros. A sensualidade evoca a luxúria, e a luxúria é sempre cruel. Você não pode negar tudo isso, porque não há como negar o fato principal: durante uma paz prolongada, a balança social pende para a riqueza crua ao fim e ao cabo.
– Mas e quanto à ciência e às artes – será que elas podem florescer durante os tempos de guerra? E aqui estamos diante de nobres e grandiosos ideais.
– Ah, mas eis a jogada que me faz dizer a você: xeque-mate! A ciência e as artes florescem sobretudo no imediato pós-guerra. A guerra as renova; a guerra estimula e fortalece o pensamento e lhe dá ímpeto. Mas uma paz interminável arrefecerá até mesmo a ciência. Não há dúvida de que a busca da ciência demanda uma certa nobreza, até mesmo a abnegação. Mas poderiam muitos desses cientistas sobreviver à pestilência da paz? A falsa honra, o amor-próprio e a sensualidade os apanharão também. Tente lidar com um sentimento como a inveja, por exemplo; a inveja é crua e vulgar, mas ela também se inoculará no nobre coração de um cientista. Ele também quererá tomar assento em meio ao glamour e à prosperidade generalizada. Comparado ao triunfo da riqueza, que pode significar o triunfo de alguns cientistas, a menos que se trate de algo sensacional como a descoberta do planeta Netuno, por exemplo? Agora me diga: haverá muitos remanescentes para a devoção verdadeira à humilde causa? Pelo contrário, haverá o desejo pela fama, e então o charlatanismo invadirá a ciência; haverá a busca pelo sensacionalismo, e o utilitarismo pairará soberano, porque haverá um desejo incontrolável pela riqueza. O mesmo sucederá à arte: a mesma busca por sensacionalismo. Idéias simples, claras, nobres e valorosas não estarão em moda: algo muito mais terra-a-terra será demandado; simulacros de paixões estarão na ordem do dia. Pouco a pouco, o senso de medida e harmonia se perderá; paixões e sentimentos sórdidos virão à tona – eis o sentido da elevação dos sentimentos que, na verdade, só levam à vulgarização. A arte inevitavelmente sucumbirá ao fim de uma paz prolongada. Se a guerra nunca houvesse existido em nosso planeta, a arte teria sido totalmente extinta. Todas as grandes idéias artísticas são providas pela guerra e pela luta. Pense na tragédia, olhe para as estátuas: aqui está o Horácio de Cornélio; lá está o Apolo de Belvedere sobrepujando um monstro...
– E quanto às madonas, e quanto à cristandade?
– A própria cristandade admite o fato das guerras e das profecias que dizem que a espada não virá até o Juízo Final: eis algo verdadeiramente notável. Ah, não há dúvida de que a cristandade, em termos elevados e morais, rejeita a guerra e prega o amor mútuo. Eu mesmo serei o primeiro a me unir ao júbilo quando as espadas forem relegadas aos charcos. Mas a questão é: quando isso irá acontecer? E seria útil relegar as espadas aos charcos na atualidade? A paz atual será sempre e em todo os lugares pior do que a guerra, a ponto de ser imoral apoiar a paz. Não há nada que a torne digna de ser valorizada e preservada; é vulgar e vergonhoso preservar a paz. A riqueza e a vulgaridade dão à luz a indolência, e a indolência faz nascer escravos. A fim de manter os escravos em estado servil, é preciso eliminar o livre arbítrio e a oportunidade de evolução, já que não se pode abrir mão da necessidade de escravos, ainda que se trate do cidadão mais humano entre todos. Eu também noto que, durante um período de paz, a covardia e a desonestidade criam raízes. Por natureza, o homem está terrivelmente inclinado à covardia e aos atos vergonhosos – todos e cada um de nós sabemos muito bem disso. Talvez seja por isso que o homem ama tanto a guerra: entrevemos uma cura através da guerra. A guerra expande o amor mútuo e une as nações.
– Ei, espere um pouco: como é que a guerra une as nações, meu Deus?!
– A guerra as obriga ao respeito mútuo. A guerra renova os povos. O amor ao próximo chega ao ápice no campo de batalha. Realmente, é estranho que a guerra faça menos para despertar o ódio do povo do que a paz. De fato, algo que poderia ser considerado uma revolta política em tempos de paz, algum tratado que demandava muito, quiçá uma pressão política, uma requisição arrogantemente expressa – do tipo a que a Rússia foi submetida pela Europa em 1863 –, todas essas coisas despertam o ódio do povo de modo muito mais encarniçado e aberto do que em tempos de guerra. Pensemos ainda uma vez: nós, russos, odiamos os franceses e os ingleses durante a campanha da Criméia? Não, nem um pouco; na verdade, parecíamos nos aproximar cada vez mais deles, quase como se eles tivessem se tornado nossa própria família. Estávamos interessados em ouvir as visões deles sobre a nossa coragem no campo de batalha; nós tratamos os prisioneiros de guerra com enorme generosidade; em tempos de trégua, nossos soldados e oficiais deixaram as posições avançadas e quase abraçaram o inimigo; chegamos a beber vodka juntos. A Rússia se encantou ao ler sobre isso nos jornais, e ainda assim isso não nos impediu de travar uma luta magnífica. Um espírito de cavalheirismo se estabeleceu. E eu nem mesmo trarei à tona as perdas materiais da guerra: todos e cada um conhecem a lei segundo a qual as coisas parecem renascer com um vigor renovado no período pós-guerra. As forças econômicas da nação são estimuladas dez vezes mais do que antes, como se uma nuvem tempestuosa encharcasse a terra com uma chuva torrencial. Todos e cada um, de uma só vez, dão uma mão àqueles que sofreram durante a guerra, enquanto em tempos de paz províncias inteiras morrem de fome antes de nos levantarmos para fazer algo, antes de doarmos alguns míseros rublos.
– Mas o povo não sofre mais do que qualquer outro estrato da população durante a guerra? Quem é que sofre a ruína e suporta as feridas e cicatrizes inevitáveis: o povo ou os nascidos em berço de ouro?
– Talvez você tenha razão a este respeito, mas apenas temporariamente. Ainda assim, o povo ganha muito mais do que perde. É especificamente para o povo que a guerra traz as mais belas e sublimes conseqüências. Diga o que quiser: você pode ser a pessoa mais humana, mas ainda assim você se considerará acima do populacho. Nos dias de hoje, quem é que equipara as almas de acordo com o padrão de Cristo? O padrão é o dinheiro, o poder e a força, e o povo massificado sabe muito bem disso. Não se trata propriamente de inveja; há um certo sentimento opressivo de desigualdade moral que é extremamente doloroso para as pessoas comuns suportarem. Você pode libertá-las ao máximo e escrever e estatuir as leis que escolher, mas a desigualdade não pode ser sustada na sociedade atual. O único remédio é a guerra. A guerra é apenas um paliativo instantâneo, mas ela dá conforto ao povo. A guerra aumenta o moral do povo e o seu senso de amor-próprio e dignidade. A guerra torna todos e cada um iguais durante as batalhas e reconcilia o senhor e o escravo na manifestação mais sublime de dignidade humana – o sacrifício da vida pela causa comum, por todos e cada um, pela pátria. Você acha que as massas, mesmo a massa mais embrutecida de camponeses e mendigos, não sentem a premência de uma demonstração ativa de sentimentos nobres? E como é que a massa pode demonstrar sua nobreza e dignidade humana nos tempos de paz? Nós observamos nobres atos isolados em meio ao povo, mal condescendendo em notá-los, algumas vezes com um sorriso cético, noutras simplesmente não acreditando no que acabamos de ver. E quando nós efetivamente reconhecemos o heroísmo de algum indivíduo isolado, nós fazemos um tal estardalhaço como se se tratasse de algo completamente inusitado; o resultado é que nosso assombro e nosso elogio reverberam o desdém. Tudo isso desaparece em tempos de guerra, quando há a completa igualdade no heroísmo. O sangue aspergido se torna sagrado. Uma nobre proeza compartilhada cria os mais sólidos vínculos entre as classes díspares. O proprietário e o camponês estiveram mais próximos no campo de batalha em 1812 do que na província pacífica de onde vieram. A guerra dá às massas um sentido de auto-respeito, e é por isso que o povo ama a guerra: ele compõe canções sobre ela, e por muitos anos o povo se mostra sedento por estórias e lendas sobre a guerra. O sangue aspergido se torna sagrado! Diga o que quiser, mas a guerra em nossa época é necessária; sem ela o mundo teria entrado em colapso ou, no mínimo, o mundo teria sido transformado em uma espécie de charco lodoso fervilhante pela putrefação...
Eu desisti da discussão, obviamente. Não há sentido em discutir com sonhadores. No entanto, há um fato muito estranho: as pessoas começam a discutir questões que pareciam resolvidas há muito e estavam supostamente destinadas aos arquivos. Tais questões estão sendo exumadas ainda uma vez. E o mais importante é que isso está acontecendo em toda parte”.
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